segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

No dia seguinte eis o que me resta.

Palavras palavras falas se encontram em pensamentos desconexos com nexos feitos para simples  mente  doente sem que isso faça os outros quererem mais atenção gosto pelo errado o que faz mal(u) talvez seja tão banal o atlântico está em guerra com a minha mente meu coração dispara se te olha o que eu trouxe hoje para todos em uma simples seqüência de palavras falas espaças e espeças  com tudo o que a de bom na vida medíocre de uma cristão sem vida vou escolher você em todo mundo de barro ou poeira cósmica vou encontrar a vida de vinte e oito anos conservadas em álcool e gelo ou dificilmente em refrigerante ou talvez em água de meu atlântico embriagado de tristeza e alegria com você perto de mim embaixo das cobertas quentes suando frio de nervoso com a chuva caindo nas ondas de pura besteiras ao pé do ouvido e mordidas na orelha para crescer a vontade da vida ou da morte ou de tudo que compõe uma atmosfera de princípios morais cristãos sem pecados luxuriosos a favor de uma carne suculenta e quente em cima da cama do bonde da terra verde de gotas transparentes do tempo do suor que cai quando o braço aperta as costas de manifestantes  imortais e que um dia lutaram para que o mundo mudasse sem saber que tudo está como vai ficar sem que a vida sofra alguma alteração do tempo das coisas que você me abraça ou me olha com esses olhos brilhantes da cerveja do dia anterior que vai ser consumido meu corpo pela suas mãos e seu membro ereto que devasta o meu coração...

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